Prevenção ao suicídio: dados, sinais de alerta e como ajudar - Synlab

Prevenção ao suicídio: dados, sinais de alerta e como ajudar

Publicado por Synlab em 29 de agosto de 2025
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Setembro é internacionalmente reconhecido como o mês de prevenção ao suicídio, com ações voltadas para ampliar a discussão sobre saúde mental. No Brasil, a campanha Setembro Amarelo®, organizada pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) em parceria com o Conselho Federal de Medicina, sendo considerada a maior iniciativa de conscientização sobre o tema no mundo.

 

Em 2024, o lema escolhido foi “Se precisar, peça ajuda!”, destacando a importância do acesso a suporte adequado. A mobilização também se associa ao Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, em 10 de setembro, que alerta para um dado preocupante: mais de 720 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Suicídio: panorama mundial e nacional

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de 720 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos, com mais de 20 tentativas para cada vida perdida. O fenômeno atinge todas as faixas etárias, mas pode ser prevenido por meio de intervenções baseadas em evidências (1). Entre crianças e adolescentes de 5 a 19 anos, o impacto é especialmente relevante: o suicídio está entre as principais causas de morte nessa faixa etária, totalizando cerca de 52 mil óbitos anuais em nível global (2).

 

No Brasil, em 2021 foram registradas 15.507 mortes por suicídio, das quais 77,8% ocorreram entre homens. A mortalidade tem maior peso em adolescentes e jovens, sendo a 11ª causa de morte entre crianças de 5 a 14 anos, a 3ª entre 15 e 19 anos e a 4ª entre 20 e 29 anos (3). Em comparação internacional, os Estados Unidos reportaram mais de 49 mil mortes em 2023, segundo o Centers for Disease Control and Prevention (4), evidenciando a persistência de níveis elevados também em outros países.

 

Além das taxas de mortalidade, fatores de risco como os transtornos mentais precisam ser considerados. A depressão, por exemplo, afeta cerca de 16 milhões de brasileiros e está presente em aproximadamente 10% da população adulta (IBGE), configurando um dos principais fatores associados ao suicídio.

 

O que é prevenção ao suicídio e por que ela importa

O suicídio representa um dos maiores desafios de saúde pública global, sendo responsável por cerca de 1 em cada 100 mortes no mundo (1). Embora complexo, é em grande parte prevenível quando há detecção precoce, tratamento adequado e estratégias multissetoriais.

 

A prevenção ao suicídio envolve mais do que o atendimento clínico individual. Inclui o fortalecimento de redes de apoio, a redução de fatores de risco sociais e comportamentais e a ampliação do acesso a serviços de saúde mental. Campanhas de conscientização e capacitação de profissionais também são ferramentas centrais nesse processo.

 

Setembro Amarelo: por que a campanha importa

Campanhas públicas têm papel essencial ao reduzir estigma, promover informação segura e conectar pessoas a serviços de saúde. No Brasil, o Setembro Amarelo® foi lançado em 2013 pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), em parceria com o Conselho Federal de Medicina. A iniciativa reúne ações de capacitação, rodas de conversa e divulgação de canais de apoio, orientando ainda a mídia e influenciadores a comunicar o tema de forma responsável, sem descrições de métodos e sempre incluindo recursos de ajuda (5, 6).

 

Os transtornos mentais estão presentes em 96,8% dos casos de suicídio, segundo a ABP, o que reforça a necessidade de abordar o tema sem estigmas e com base em evidências. Em 2024, ao completar 11 anos, a campanha trouxe o lema “Se precisar, peça ajuda!”, reforçando que buscar auxílio é um ato de coragem que pode salvar vidas (7).

 

A mobilização também se conecta ao Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, celebrado em 10 de setembro desde 2003, data que simboliza a importância de intensificar as discussões sobre saúde mental em todo o mundo.

 

Fatores de risco e sinais de alerta

Para cada morte por suicídio, existem muitas outras tentativas e casos de automutilação. Estudos mostram que, a cada óbito, há dezenas de atendimentos por autolesões e centenas de pessoas que pensam seriamente em se matar, o que evidencia a importância da detecção precoce e do atendimento a crises (1,8,9).

 

O risco de suicídio é aproximadamente 50 vezes maior em pacientes que chegam ao hospital após um ato de automutilação, seja ele suicida ou não.

 

A prevenção efetiva depende do entendimento dos principais fatores de risco (1, 10):

  • Tentativa prévia de suicídio: considerada o fator isolado mais forte para uma eventual morte por suicídio;
  • Transtornos mentais: depressão, transtorno bipolar, esquizofrenia, distimia e abuso de substâncias estão presentes em cerca de 90–95% dos casos de suicídio;
  • Outros fatores: acesso fácil a meios letais (armas, pesticidas), eventos estressores recentes (perda de emprego, luto, crises econômicas), isolamento social, discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero, e comorbidades médicas, como dor crônica e epilepsia.

O Ministério da Saúde também destaca sinais de alerta que podem indicar risco iminente: fala sobre morte (“vou desaparecer”, “não aguento mais”), comportamento de isolamento, despedidas, mudanças bruscas de humor ou aparência, e negligência com cuidados pessoais (3).

 

Reconhecer esses sinais não é uma ciência exata, mas a observação atenta e o diálogo podem ser determinantes na prevenção.

 

Quem corre mais risco?

Estudos indicam padrões consistentes de risco, como (3):

  • Sexo: a maioria das mortes por suicídio ocorre entre homens. Mulheres apresentam mais ideação e tentativas, porém com menor letalidade;
  • Idade: adolescentes e jovens adultos concentram maior proporção de mortes por causas externas, com suicídio em posições elevadas no ranking de mortalidade;
  • Determinantes sociais: desemprego, dificuldades financeiras, violência, luto e acesso a meios letais (como armas e agrotóxicos) aumentam o risco. A OMS recomenda intervenções em meios letais como medida custo-efetiva;
  • Tentativa prévia: é o fator de risco isolado mais forte para morte por suicídio, reforçando a necessidade de seguimento ativo após qualquer episódio de autolesão (11).

 

Quais os grupos e contextos que merecem atenção?

  • Adolescentes e jovens (15–29 anos): alta posição do suicídio como causa de morte; programas escolares de habilidades socioemocionais e combate ao bullying reduzem risco (3).
  • Homens: maior letalidade, uso de meios mais letais e menor procura por serviços; estratégias de engajamento masculino, como horários ampliados e campanhas específicas, são recomendadas (3).
  • Pessoas com tentativa prévia ou transtornos mentais: exigem plano de segurança, remoção de meios letais e acompanhamento ativo após alta de serviços de urgência (11, 12).
  • Determinantes sociais: desemprego, endividamento, violência doméstica e acesso a armas ou substâncias tóxicas aumentam o risco, sendo necessária atuação de políticas públicas nesses eixos.

 

Depressão: prevalência, impacto e relação com o suicídio

A depressão é um dos transtornos mentais mais comuns no mundo e um importante fator de risco para o suicídio. A OMS estima que cerca de 280 milhões de pessoas vivem com depressão, aproximadamente 3,8% da população global e 5% dos adultos, sendo mais frequente entre mulheres. No mesmo período, mais de 700 mil pessoas morrem por suicídio anualmente (1).

 

No Brasil, a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS/IBGE) aponta que a depressão autorreferida cresceu de 7,6% para 10,2% entre 2013 e 2019, o que representa cerca de 16,3 milhões de adultos com diagnóstico declarado por profissional de saúde. Pouco mais da metade recebeu assistência médica no último ano, evidenciando desafios no acesso e na continuidade do cuidado (13, 14).

 

O Ministério da Saúde estima que a prevalência de depressão ao longo da vida está em torno de 15,5% (3).

 

A OMS destaca que, a depressão é uma das principais causas de incapacidade. No entanto, existem tratamentos eficazes, farmacológicos e psicoterápicos, que devem ser ampliados nos sistemas de saúde.

 

Depressão e saúde mental na adolescência

A adolescência é uma fase de grandes mudanças físicas, emocionais e sociais, o que pode tornar jovens mais vulneráveis a transtornos mentais, incluindo depressão. Fatores biológicos, como alterações hormonais, genética e histórico familiar, se somam a fatores ambientais, como pressão escolar, bullying, conflitos familiares, isolamento social e exposição a situações traumáticas.

 

O uso excessivo de redes sociais e a comparação constante com outros também podem contribuir para sentimentos de inadequação e tristeza persistente (1, 14).

 

Como identificar e tratar a depressão em jovens

Sinais de depressão incluem tristeza persistente, perda de interesse em atividades, irritabilidade, mudanças no sono e apetite, dificuldade de concentração e sentimentos de inutilidade ou culpa. O tratamento envolve abordagem multiprofissional: psicoterapia (como terapia cognitivo-comportamental), acompanhamento médico e, em alguns casos, medicação prescrita por profissional qualificado.

 

A detecção precoce é essencial, e familiares e professores desempenham papel importante na identificação de sinais de alerta (1, 11).

 

Prevenção ao suicídio: dados, sinais de alerta e como ajudar

 

O papel dos testes farmacogenéticos no tratamento da depressão

Os testes farmacogenéticos têm se mostrado ferramentas fundamentais no tratamento da depressão, uma vez que ajudam a compreender como as variações genéticas individuais influenciam a resposta aos medicamentos. Antidepressivos frequentemente apresentam eficácia variável e podem causar efeitos colaterais indesejados em alguns pacientes.

 

A análise farmacogenética permite identificar variantes em genes relacionados ao metabolismo e à ação dessas drogas, oferecendo informações valiosas para a escolha do medicamento mais adequado e da dose correta para cada pessoa.

 

Com isso, os testes farmacogenéticos contribuem para reduzir o tempo de tentativa e erro na prescrição de antidepressivos, aumentando as chances de resposta positiva e diminuindo o risco de reações adversas. Essa abordagem personalizada favorece maior adesão ao tratamento e melhora na qualidade de vida do paciente. Além disso, representa um passo importante rumo à medicina de precisão em saúde mental, possibilitando terapias mais seguras, eficazes e individualizadas.

 

O que funciona na prevenção ao suicídio

A Organização Mundial da Saúde propõe o pacote de ações conhecido como LIVE LIFE, que integra medidas de prevenção ao suicídio, como (15):

  1. Limitar o acesso a meios letais, como controle de armas, barreiras em pontes e restrição de agrotóxicos;
  2. Garantir cobertura responsável da mídia, evitando detalhes do método, manchetes sensacionalistas e linguagem estigmatizante;
  3. Desenvolver habilidades socioemocionais em adolescentes;
  4. Identificar, avaliar, tratar e acompanhar pessoas em sofrimento (1).

No Brasil, a estratégia é implementada pela Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), envolvendo Unidades Básicas de Saúde, Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), atenção de urgência e vigilância epidemiológica (SIM e Sinan), para apoiar ações focalizadas. O Ministério da Saúde ressalta a necessidade de respostas multissetoriais, articulando saúde, educação, assistência social e segurança pública.

 

Além disso, o país conta com o CVV – Centro de Valorização da Vida, serviço nacional gratuito disponível 24h pelo telefone 188, chat e e-mail, que realiza milhões de atendimentos anuais com voluntários capacitados.

 

Como cuidar da saúde mental diariamente

A manutenção da saúde mental depende de hábitos e pilares que promovam equilíbrio emocional, social e físico.

 

Entre os pilares estão: sono adequado, alimentação equilibrada, atividade física regular, relações sociais saudáveis, gerenciamento de estresse e momentos de lazer. O cuidado com a mente é tão importante quanto o cuidado com o corpo (1).

 

Dicas práticas para cuidar de si mesmo:

  • Reserve momentos para descanso e hobbies;
  • Pratique exercícios físicos regularmente;
  • Estabeleça uma rotina de sono consistente;
  • Mantenha contato com amigos e familiares;
  • Aprenda técnicas de respiração, meditação ou mindfulness;
  • Busque ajuda profissional sempre que sentir sobrecarga emocional.

 

Como ajudar alguém com pensamentos suicidas

Ao perceber sinais de risco, como menções à morte ou desesperança, é importante:

  • Fazer: ouvir sem julgar, oferecer apoio, incentivar a busca por ajuda profissional, remover meios letais se possível;
  • Evitar: minimizar os sentimentos da pessoa, discutir moralmente sobre suicídio, usar linguagem sensacionalista ou insistir em “conselhos rápidos” (1, 11).

Escutar atentamente, validar sentimentos e mostrar que a pessoa não está sozinha são atitudes fundamentais. A empatia ajuda a reduzir a sensação de isolamento e fortalece a confiança, facilitando que busque ajuda adequada. Perguntas abertas e calmamente formuladas incentivam a pessoa a se expressar sem medo de julgamento.

 

Quais os serviços de apoio disponíveis?

No Brasil, existem serviços públicos e privados para apoio psicológico, como:

  • CVV – Centro de Valorização da Vida: 24h, telefone 188, chat e e-mail;
  • Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), que oferecem acompanhamento e tratamento;
  • Plataformas de teleatendimento e linhas de prevenção ao suicídio disponibilizadas por órgãos de saúde estaduais e municipais;
  • Linhas estaduais e municipais de prevenção ao suicídio e apoio emocional.

 

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A SYNLAB também oferece o painel farmacogenético Neuro PGx que avalia variantes nos genes responsáveis pela expressão das principais enzimas envolvidas no metabolismo dos medicamentos mais comumente empregados no tratamento de condições neurológicas e psiquiátricas, como depressão, ansiedade, esquizofrenia, transtorno bipolar, entre outras.

 

A análise proporciona informação relevante sobre 81 fármacos atualmente mais utilizados na medicina, a partir do estudo de 50 variantes genéticas, descritas na bibliografia científica, presentes em 8 genes: CYP1A2, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6, CYP3A4, CYP3A5, CYP2B6 e ABCB1.

 

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Referências Bibliográficas

1. World Health Organization. Suicide: key facts. Geneva: World Health Organization; 2021. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/suicide

 

2. Kim, S., Park, J., Lee, H. et al. Global public concern of childhood and adolescence suicide: a new perspective and new strategies for suicide prevention in the post-pandemic era. World J Pediatr 20, 872–900 (2024). https://doi.org/10.1007/s12519-024-00828-9

 

3. Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, Volume 55, N.º 4, de 6 de fevereiro de 2024. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/epidemiologicos/edicoes/2024/boletim-epidemiologico-volume-55-no-04.pdf/%40%40download/file

 

4. Center for Disease Control and Prevention. Suicide Data and Statistics. 2025. Disponível em: https://www.cdc.gov/suicide/facts/data.html

 

5. Organização Pan Americana de Saúde – Pandemia de COVID-19 aumenta fatores de risco para suicídio. 2020. Disponível https://www.paho.org/pt/noticias/10-9-2020-pandemia-covid-19-aumenta-fatores-risco-para-suicidio?

 

6. World Health Organization. WHO Global Health Estimates. Disponível em:
https://www.who.int/teams/mental-health-and-substance-use/data-research/suicide-data

 

7. Setembro Amarelo: 11 anos de conscientização na prevenção ao suicídio. Conselho Federal de Medicina. 2024. Disponível em: https://portal.cfm.org.br/noticias/setembro-amarelo-11-anos-de-conscientizacao-na-prevencao-ao-suicidio.

 

8. Hawton, K., Bergen, H., Cooper, J., Turnbull, P., Waters, K., Ness, J., Kapur, N., 2015. Suicide following self-harm: findings from the multicentre study of self-harm in England, 2000–2012. J. Affect. Disord. 175, 147–151.

 

9. Lin, C.Y., Bickley, H., Clements, C., Webb, R.T., Gunnell, D., Hsu, C.Y., Chang, S.S., Kapur, N., 2019. Spatial patterning and correlates of self-harm in Manchester, England. Epidemiol. Psychiatr. Sci. 29, e72.

 

10. Organização Pan Americana de Saúde – Pandemia de COVID-19 aumenta fatores de risco para suicídio. 2020. Disponível https://www.paho.org/pt/noticias/10-9-2020-pandemia-covid-19-aumenta-fatores-risco-para-suicidio?

 

11. International Association for Suicide Prevention. Global Suicide Statistics. Disponível em https://www.iasp.info/wspd/references/

 

12. World Health Organization, 2022. ICD-11 for mortality and morbidity statistics (Version: 02/2022). https://icd.who.int/browse11/l-m/en#!/

 

13. Brito VCA, Bello-Corassa R, Stopa SR, Sardinha LMV, Dahl CM, Viana MC. Prevalência de depressão autorreferida no Brasil: Pesquisa Nacional de Saúde 2019 e 2013. Epidemiol. Serv. Saúde 31 (spe1) 202208 Jul 2022 https://doi.org/10.1590/SS2237-9622202200006.especial

 

14. Insttuto Brasileiro de Geografia e Estatístico. IBGE: pelo menos uma doença crônica afetou 52% dos adultos em 2019. 2020. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2020-11/ibge-pelo-menos-uma-doenca-cronica-afetou-52-dos-adultos-em-2019

 

15. LIVE LIFE: An Implementation Guide for Suicide Prevention in Countries. Diponível em: https://www.who.int/initiatives/live-life-initiative-for-suicide-prevention

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